Maldito é o sangue doce que afaga a Terra,
Ébrio das boas obras, enganador sutil,
De uma mesquinhez que não se encerra,
Debilitado de amor próprio, alma fútil.
Maldito é o sorriso falso da face amável
Que desmente em ingratidão o seu resplendor,
Tão meramente um vaidoso ato inotável
É aquele feito em sujas palavras de amor.
Faz-se o tempo dos tempos um escárnio forte,
Uma escuridão eterna, imutável de estado,
Aquilo a que chamam vida é apenas morte
Uma vez que as pessoas possuem o mal disfarçado.
Façamos limpo o lago das mentiras mundanas
E que a sua limpidez nos seja alcançada,
Para que ao menos não escape as razões humanas
Responsáveis pela tragédia moral decretada.
Falar com Deus é muito mais fácil do que você imagina e a solidão dos seus pensamentos já basta para tanto e a nós, enquanto cristãos, resta a percepção de que Deus é concreto em sua existência e que podemos senti-lo, respira-lo, toca-lo, conversar com Ele, pois o que será o mundo lá fora e a naturalidade mega inteligente da sua biodiversidade senão o próprio Deus?
terça-feira, 23 de junho de 2009
Pútrida essência.
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