Caem as folhas,
Quisera vê-las,
Algo se renova sagaz,
Quisera sentir.
Pois és súbito,
Escravo do louco perfume
Que enrubesce os casais.
Diga, se quiseres,
Que por acaso nasceu o acaso...
Pois bem,
Deste acaso tão causador,
Acaso respiras ar puro... Sem dor.
Tem a abelha o ofício do mel,
E em todo caso, todo ser o seu papel.
Não retrates o que não conheces,
Pois tu quem o diz
És aquele que não enxerga as cores,
E quando a morte bater à porta,
Que seja o eterno leito
Um dormir entre flores.
Falar com Deus é muito mais fácil do que você imagina e a solidão dos seus pensamentos já basta para tanto e a nós, enquanto cristãos, resta a percepção de que Deus é concreto em sua existência e que podemos senti-lo, respira-lo, toca-lo, conversar com Ele, pois o que será o mundo lá fora e a naturalidade mega inteligente da sua biodiversidade senão o próprio Deus?
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Um dormir entre flores.
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"Deste acaso tão causador"
ResponderExcluirtu ainda continuas com tuas levadas antigas, "Deste acaso tão causador" já escutei várias vezes esse dizer nos teus projetos, e novamente reverencio a tua história poética, de descoberta de desempenho...
parabéns...
que continues por intermináveis anos descobrindo coisas ocultas que somente a poesia nos traz.... abraços
dilson