terça-feira, 8 de setembro de 2009

Realidade Rude.

Vai voando ao vento
Um verso vil meu,
Livre a lapidar a lua,
Luar sereno seu...
Não o vento me chama,
Não a lua me aclama,
Não o mundo me ama.
Ama-me o espelho
Tão somente,
Realidade rude,
Quebrando amiúde
A imagem nociva
Nascente.

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