quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Uma das faces.

O egoísmo emudece
Toda leveza,
Cala a mente e retrai o pensar.
Por um querer possessivo,
Deveras quase agressivo,
Imaturo e infantil...
O egoísmo sufoca o amar.

Cortante as palavras
Que conflitam no campo
Febril do amar de posse,
Quebrado o coração
De quem recebe
O desvelo doentio de uma
Cegueira inerte.
Torna o relógio
Um pavor desigual
O apenas estar,
Amargurado pelas promessas
Um dia impetuosas,
E pelo sorrir submisso
E dissimulado em fragilidade.
Mera fragilidade falsa!
Mero amar sincero!


Um comentário:

  1. Que coisa mais linda isso...
    Quase chorei... Shsuahsu...
    Cara... Tu tem talento viu... Sério... Nunk pensei que conheceria um peta de verdade... E não falo apenas de escrever poesia,que isso é muito fácil e até meio comum... Falo de ser poeta... Poeta de verdade...

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