Queiras o mundo em barcos de papel,
Pois ele é aquilo o que desejares.
Vá você por infinitos mares
A fitar da água o mais belo do céu.
Avante à proa, no seu teatro oculto,
A lapidar os sonhos e outras intenções,
Levas serenas todas canções
Que falem de amor e não de insulto.
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