Que o tal ir e vir
Há muito concedido,
Permita a essas palavras
Ressoarem em teu ouvido:
Tão belo é o erro
Quanto ao que se conhece,
Pois alma que não erra
Não graceja, perece.
O diamante dos tempos,
A luz que sobreveio,
Pois que os caminhos são dois,
Então erremos ao do meio.
Não que o mundo assim
Se faça errante tão somente,
Mas o que o acerto esconde
O irmão contrário o desmente.
Que o tal fogo do medo
Não lhe queime a mocidade,
Saibas tu, que o erro
É essência pura da liberdade.
Neste caos e devaneio,
Há idéias e quem menciona,
Pois seja errôneo o vago mundo
E belo o que o questiona.
Saudações...
ResponderExcluirAinda não tinha acessado teu blog, tive tempo, mas para isso que aqui tu apresenta é preciso também paciência e atenção, já acompanho o teu trabalho de opinião já faz um tempo, desde quando em vão discutiamos assuntos vagos, até quando depois das bebedeiras exclamavamos poemas voltando do bardomorro, antes de ler a primeira postagem li o poema "do entendimento do poema" pensei que talvez fosse um ponto de partida da pessoa que conheço e do sábio e diferente poeta que aqui possue suas lembranças e suas profecias. Percebo que fiz o correto pois ao entendimento disso tudo se percebe em suas palavras
"nada mais que a vaidade...
Eis um poema,
Eis a verdade."