sábado, 13 de agosto de 2011

Canção alada.

Cantam as noites vadias
Num assovio de despedida,
Sempre o mesmo acorde triste,
Oh, treva desmedida!
Cá, no meu estar solitário,
Sou a coruja embriagada,
A sussurrar tão melancólica,
Minha canção alada.

Nenhum comentário:

Postar um comentário