Em cólera fez-se aquele tal pranto,
Pedra soberana agora, furor.
Um quebrante das mesmices do amor,
Minha nova face, meu por enquanto.
Sujo e tão singelo, meu amargo passado,
Contemplação cega ao céu de outono...
Sou sangue incrédulo, meu próprio dono,
Já não me torturo de embasbacado.
Das sobras mortas do que eu pretendia,
Só o teu sorriso pra minha alegria:
A lembrança cruel de um sonho quente.
Me fora a sorte fugaz, fora ardente,
E hoje o tempo já não me traz o engano,
E o que era belo me surge profano.
Falar com Deus é muito mais fácil do que você imagina e a solidão dos seus pensamentos já basta para tanto e a nós, enquanto cristãos, resta a percepção de que Deus é concreto em sua existência e que podemos senti-lo, respira-lo, toca-lo, conversar com Ele, pois o que será o mundo lá fora e a naturalidade mega inteligente da sua biodiversidade senão o próprio Deus?
sábado, 13 de agosto de 2011
O que era belo...
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