Guardas de prelúdio mera inocência,
Porém atentas pro mal que te investem.
É que voraz se faz da displicência
A mesquinhez dos que muito padecem.
Falam, falam, falam... Enlouquecidos!
Tolos de alma, rochas de coração,
Os que permeiam sós e aborrecidos
As veredas falsas da imensidão.
Dos néscios, na sua cooperação cega,
Vem sempre o incauto de não saber amar.
Falsidade e morbidez, sua entrega,
Andam juntas e sem querer cessar.
Há, contudo, um plano que desconhecem,
Onde a sua demência não pode estar.
Falar com Deus é muito mais fácil do que você imagina e a solidão dos seus pensamentos já basta para tanto e a nós, enquanto cristãos, resta a percepção de que Deus é concreto em sua existência e que podemos senti-lo, respira-lo, toca-lo, conversar com Ele, pois o que será o mundo lá fora e a naturalidade mega inteligente da sua biodiversidade senão o próprio Deus?
sábado, 13 de agosto de 2011
Plano das convicções: soneto imperfeito.
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